Sexta-feira, 31 de Agosto de 2012
eu confesso.

é nestes pequenos pedaços de desejo que nota-se a minha infantilidade. espero um arrojado romance ao invés da felicidade de uma velha amizade. criei a ilusão para meu prazer de rapariga ingénua, contudo, nós não somos assim... fugimos à regra da normalidade. quem manteria contacto durante todos estes meses sem uma justificação realmente forte. como se de paixão fosse o que nos unisse?! na verdade, já me acostumei à ideia de sermos amigos. é simples, é fácil... e ridícula! impôs à minha pessoa a seriedade necessária para lidar com estes sentimentos. ora de reflexão preciso e de hoje não passará após toda roda viva destes últimos dias. na verdade, o que primeiro me salta à cabeça é a saudade de poder ver o seu rosto. não é uma ideia romântica, disso tenho certeza! apenas seria sinal que é real e não sonhado. quem eu quero enganar? a mim própria certamente. não satisfaria vê-lo. teria forçosamente de correr na sua direcção e cumprimentá-lo. uma conversa de circunstancia surgiria. Sempre foste a Lisboa? Não, só na próxima semana. Pois, a propósito, sabes me dar a certeza se te terei ao meu lado quando tornar-me mais velha do que tu? é triste alguém como eu, tão terra a terra, imaginar mil um diálogos caso o detectasse no meu campo de visão. outrora, chamariam maluquinha mas sei que não é de loucura que sofro. é de más influencias. qualquer pessoa que saiba da nossa história, ri-se. é a incredulidade que espelha nos rostos da maioria. não compreendem e vêem espaços para mais onde nas palavras resumem-se ao nada mais que amigos. não percebem que não quero esperanças! não as posso ter. já basta a minha mente quando inconsciente tecer cenários improváveis, quanto mais amigos a darem uma de teorias da conspiração. Ele é assim, se tu fizesses isto... não, chega! é da minha vida que se trata e não da do vizinho. cuidado com as palavras pois de traiçoeiras são classificadas. não estou cega nem burra. tenho dois dedos de testa para concluir a nossa falta de romantismo e da sua experiencia em relações interpessoais está o nosso pecado. estou demasiado desiludida com os homens para lhes dar espaço a uma vaga ideia de afeição. ele, de anti-social pouco escapa, mais por saber mandar umas piadas engraçadas do que por ser good-looking, porém, não é difícil aos olhos femininos descobrir que ele é mais que muitos! isso aflige-me. não o quero perder mas será inevitavelmente. eu ou ele iremos cansar-nos deste jogo. desde gato por lebre! e aí sim, veremos quem sairá bem desta história. O mentiroso ou a "omitida".


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copodeleite às 22:45
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