Quinta-feira, 12 de Maio de 2011
Novo.

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É incrivel como cada dia é diferente do anterior. Como o meu estado de espírito muda rapidamente. Sim, hoje, acordei com um natural sorriso nos lábios. Sorriso esse que me foi roubado à uns meses e nunca devolvido. Embora me apeteça muito continuar a desertar sobre o quão estupidamente fui rejeitada, não o vou fazer. Não vou voltar a escrever sobre a minha confusão de te querer ao meu lado e, ao mesmo tempo, querer te bem longe de mim. Basta de trocadilhos e enigmas. Quero ter a minha tranquilidade de volta. Hoje analisei cada pormenor teu a uma dezena de metros. Consegui ser o mais racional que alguma vez achei ser possível ser. Pude reflectir o quão rídicula agi. Critiquei o meu passivismo enquanto lentamente fugias-me pelos meus dedos. Ao invés de correr a trás de ti, mantive-me no meu canto passivamente. Quando me questionavam o que se passava, a resposta era sempre a mesma. Um encolher de ombros. Não que me apetecesse falar sobre tal pois apetecia-me gritar umas quantas verdades que me estavam presa na garganta, mas não queria dar-te motivos para me rejeitares ainda mais. De mostrar a minha vulnabilidade sobre assunto tão estupidamente trivial. Como que um simples almoço mal combinado e, de seguida, uma ameaçadora troca de olhares pode provocar. Sem lugar a uma troca de palavras de forma mais agressava, tornando-se decisivo o nosso afastamento. No entanto, não fui eu quem se afastou. Foste tu com a tua subtileza característica. Como a I. teve a ousadia de o dizer em minha casa na presença da minha mãe ao questionar a tua ausencia, roubaram-te. Na altura, ri-me. Aquele riso artificial com a esperança que a minha mãe não tenha percebido até onde aquelas palavras profetizavam a realidade. Agora, carrego pesadamente sobre o caderno cheio de autografos do palerma da mesa da frente da aula de Química, uma teimosa lágrima testa os meus limites, caindo exactamente em cima das letras itálicas. Não adianta olhares para mim e tentares vasculhar nos meus olhos o que se passa. Não venhas hipocritamente mostrar um interesse pela minha condição. Desde o momento que te juntaste às tuas novas amigas (digo em plural pois sabes que não foi por uma que mudaste), deixaste de me pertencer. Perdeste o direito de poderes preocupar-te comigo. Viro-te a cara com a perfeita noção que acabou-se de se fechar um capitulo sombrio na minha vida e abrir-se outro que de certo será mais sorridente.



copodeleite às 21:00
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(12):
De alexis a 14 de Maio de 2011 às 20:42
estou-te a seguir!
Beijinho


De alexis a 14 de Maio de 2011 às 20:41
Obrigada!
Gostei do teu texto, assim como gostei do teu blog!
beijinho


De Cath a 14 de Maio de 2011 às 17:04
voltei (: a minha cabeça esta resolvida.


De love&dreams a 14 de Maio de 2011 às 14:50
exactamente :)


De Inês Tavares a 14 de Maio de 2011 às 12:42
sabes, adorei.

- já postei, desculpa não ter postado ontem mas só conseguia terminá-lo hoje, espero que gostes.


De Miriam ∞ a 14 de Maio de 2011 às 12:36
exactamente!


De love&dreams a 14 de Maio de 2011 às 12:04
gostei muito do post.
sim, isso até era aceitavel se pelo menos já tivessem tido algum contacto com ele. Só o conhecem de vista :s


De Miriam ∞ a 14 de Maio de 2011 às 00:30
é para o Josh aprender.


De Miriam ∞ a 14 de Maio de 2011 às 00:14
o John desta vez foi super querido (:


De InêsGonzalez a 13 de Maio de 2011 às 22:27
:O
caga para ele!
nao te merece...
certamente que irás encontrar alguém e vais sorrir e igorá-lo! e eu estarei aqui para o que precisares


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